PSD e Chega lideram ranking de faltas aos plenários no Parlamento

Os deputados do PSD e do Chega são os que mais faltam às sessões plenárias da Assembleia da República na atual legislatura, destacando-se claramente no topo da tabela de ausências parlamentares.

Revista de Imprensa
Fevereiro 2, 2026
13:11

Os deputados do PSD e do Chega são os que mais faltam às sessões plenárias da Assembleia da República na atual legislatura, destacando-se claramente no topo da tabela de ausências parlamentares. O grupo parlamentar social-democrata, que é também o maior do Parlamento, soma 223 faltas, enquanto a bancada liderada por André Ventura regista 221 ausências, um valor muito próximo apesar de contar com menos deputados eleitos.

De acordo com uma análise divulgada pelo Correio da Manhã (CM), baseada nos dados oficiais disponíveis no site da Assembleia da República, o PSD conta com 89 deputados, sendo que apenas 15 faltas foram injustificadas, enquanto no Chega, que tem 60 parlamentares, houve 17 ausências sem justificação válida. Já o PS, com 58 deputados, apresenta um número significativamente inferior de faltas, num total de 152, evidenciando um padrão de assiduidade mais elevado em comparação com as duas bancadas mais faltosas.

No extremo oposto da tabela surgem os deputados únicos do JPP e do PAN, Filipe Sousa e Inês Sousa Real, que apenas faltaram uma vez cada durante a legislatura. As justificações mais frequentes para as ausências, numa análise global, foram “trabalho político” e doença, motivos que concentram a maioria das faltas registadas entre todos os partidos com representação parlamentar.

A nível individual, destacam-se Rui Tavares (Livre), com 18 faltas, André Ventura (Chega) e Jorge Pinto (Chega), ambos com 15, e Rui Rocha, antigo líder da Iniciativa Liberal, com 12, todos maioritariamente por motivos relacionados com atividade política fora do Parlamento. No que respeita a faltas injustificadas, Rui Tavares e o deputado do PSD Pedro Alves lideram com quatro ausências sem motivo, seguidos por Diogo Pacheco Amorim e Manuel Magno, do Chega, com três cada.

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